COP26 pode indicar ao mundo um novo futuro sonhado pela Morada Eco

Maior evento do mundo voltado para o clima, a 26ª Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas, a COP26, encerrou-se na semana passada com a expectativa de redefinir o futuro do planeta. Representantes de quase 200 países e milhares de prefeituras de todos os continentes participaram da conferência em Glasgow, na Escócia, dispostos a estabelecer acordos que freiem a elevação da temperatura global.

Foto: UNFCC / Divulgação


No centro da questão está a emissão de gases de efeito estufa e o desmatamento das florestas. Estudos científicos divulgados recentemente apontam que, se nada for feito para reverter as principais causas do aquecimento global, a temperatura média da Terra pode aumentar quase 3ºC até o fim deste século – uma mudança desastrosa para a vida como a conhecemos.

Se isso ocorrer, vastas áreas verdes serão devastadas por secas e queimadas frequentes, regiões costeiras inteiras serão perdidas pela elevação do nível do mar e grande parte dos animais terrestres perderão seus habitats e perecerão. Segundo a ONU, as populações de países como Madagascar e Índia já estão sofrendo as consequências das mudanças climáticas: seca, fome, inundações e mortes.


Políticas públicas que visem as pessoas


Os líderes mundiais entendem que, apesar de posicionamentos diversos, os países precisam pensar nas pessoas e se unir em torno de políticas publicas únicas para cumprir as metas do evento: "A natureza não quer saber de partido político: precisamos de todos, mesmo que discordem em outras coisas", declarou o ex-presidente norte-americano, Barack Obama, em discurso durante a COP26. Já o Papa Francisco declarou que o sucesso da conferência é vital: "O tempo para salvar o planeta está acabando".


Seguindo esta lógica, mais de 100 países participantes da conferência comprometeram-se a reduzir as emissões de gás metano em 30% até 2030 e firmaram acordo para acabar com o desmatamento até o mesmo ano. Também há a perspectiva de que que passem a combater com leis mais rígidas o desmatamento ilegal, especialmente nas florestas tropicais.



Desmatamento na Amazônia - Foto: Sema / Divulgação Paralelamente, mil prefeituras participantes da COP26 concordaram em reduzir pela metade as emissões de gás carbono também até 2030 e vários outros acordos estão sendo costurados separadamente – entre Estados Unidos e China, entre países ricos e países pobres, etc. Todas essas iniciativas buscam ajudar a atingir a meta estabelecida pela ONU: limitar o aumento da temperatura global até o fim do século em 1,5ºC.


Daqui a um ano, quando a COP27 será realizada no Egito, espera-se que os países que se comprometeram a realizar mudanças apresentem avanços concretos e novas propostas para reverter as mudanças climáticas.


Construção civil deve fazer sua parte


O sentimento de urgência que permeou a realização da COP26 é o mesmo que deu propósito à criação da Morada Eco: minimizar os impactos ao meio ambiente e ajudar a criar um futuro habitável para todos. Para tanto, nossa proposta sempre foi a de oferecer a clientes e profissionais a possibilidade de utilizar produtos e serviços que unem qualidade e sustentabilidade.



Tinta mineral ecológica Solum Tintas / Projeto: Studio Carlito e Renata Pascucci Responsável por nada menos que 40% das emissões de gases de efeito estufa relacionados à energia, o setor de construção civil tem enorme responsabilidade perante as mudanças climáticas. Além disso, a exploração desenfreada dos recursos naturais por parte do setor de construção corresponde a 90% da perda de biodiversidade no mundo todo.


As grandes áreas verdes não apenas ajudam a resfriar a temperatura média global como capturam os gases da atmosfera e proporcionam um equilíbrio climático. Sem elas, os períodos de seca são mais longos e frequentes e, quando a chuva vem, chega com força desenfreada e provoca resultados calamitosos.


Parceiros comprometidos


É por isso que a Morada Eco trabalha somente com madeiras de origem comprovada, criadas em áreas de reflorestamento e manejo e livres de Compostos Orgânicos Voláteis (VOC) e outras substâncias químicas. Nossos fornecedores de madeira compartilham dos mesmos ideais e apoiam-se em tecnologia e inovação para criar produtos cada vez mais sustentáveis e renováveis.

Piso Triângulo Pisos - Projeto: Pimont Arquitetura - Foto: Pedro Caetano Os demais produtos de nosso portfólio, como as tintas de terra e de pedra, os cimentícios, cerâmicas e decks compósitos, seguem a mesma linha: são desenvolvidos com ingredientes naturais que não poluem o ar, água e o solo e suas respectivas fábricas reaproveitam energia, água e reciclam toneladas de resíduos todos os anos.


A Morada Eco acredita que a COP26 pode ser o início da guinada que o planeta precisa.


Com informações da Exame, Agência Brasil, Correio Braziliense, DW e ONU News.

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